GUERREIROS
NÃO NASCEM PRONTOS
JOSE LUIZ TEJON
09/09/2016.
Estava na livraria para comprar
um livro sobre expressão corporal, comprei um livro parecido, na realidade não
era o que queria, e na fila do caixa, no meio de tantos livros colocados estrategicamente,
observei este livro. Guerreiros não
nascem prontos, minha mulher me incentivou a comprar, como já tinha lido
algumas coisas do Sr: Tejon comprei.
O que me atraiu no livro foi a
forma de ser exposta, a forma de nos deixar claro aquilo que já sabemos e o
livro nos leva a refletir e nos retornar ao nosso início da vida e nossos
desafios , que os jovens possam beber destes conhecimentos para poder enfrentar
e se tonar guerreiros , não precisa ser guerreiros famosos mas guerreiros de si mesmos , como ser humano
, como ser social, como ser criador , que faz parte deste universo e tem que
contribuir por uma pequena parcela que for , para esse lindo mundo.
Gostei das colocações religiosas
e as reflexões sobre as passagens bíblicas e seu entendimento, sabe que estava
com uma série de questionamentos de cobrar das pessoas empenho, participação e
observei o que sabia e não tinha parado para pensar, temos que aprender com os
entraves da vida. Como várias passagens do livro, a pessoa que mais me ajudou,
foi o que não me ajudou na hora que precisava, ele me deu o start de não
aceitar aquilo e procurar melhorar e depender do meu potencial, e da família.
Sabe eu teria muito a falar sobre
este livro, como nunca dou nota dez, em qualquer avaliação, pois acredito que a
perfeição é coisa de Deus. Nos simplesmente estamos a procura dela, mas nas
nossas fragilidades demonstradas no livro, fica claro o muito que podemos
melhorar, mas dou nota 8. Explico porque, apesar do livro não ser um dicionário
para se ter as coisas prontas, acredito que foi comentado de leve a questão de
abraçar as oportunidades da vida pela necessidade.
Vou me explicar, na minha época,
no início da minha vida produtiva a 40 anos atrás, morava em uma fazenda,
estudei até o ensino médio e estava para iniciar uma faculdade em Ribeirão Preto/SP,
hoje vejo que seria difícil meus pais me manter fora de casa e pagar faculdade.
Neste entrelace conheci o esteio de minha vida, que seria minha mulher. Resolvi
casar mesmo contrariando a todos, precisava fazer uma faculdade a qualquer
preço, então observei nos cursos da Unesp de Araraquara, qual seria o curso com
menor procura para se ingressar através do vestibular, na época não existia Enem.
Sempre acreditei em um ditado popular: PE DE POBRE NÃO TEM NUMERO DE CAÇADO
QUALQUER UM SERVE. Então consegui entrar em CIENCIAS SOCIAIS, foi uma benção em
minha vida, foi fundamental, tive pessoas fundamentais em minha vida, virei
suco entrei no Banco Nossa Caixa e aposentei como gerente.
O que quero mostrar que não vejo
isto nos jovens de hoje, são muito indecisos, não desmerecendo a nenhuma
profissão, mas precisam de coach , para saberem o que querem. Conversando com
um funcionário de um banco estatal, a vida dele é trampolim, passou 4 concurso
e estava no banco por que tinha acesso a graduação e já estava querendo prestar
outro concurso para ministério público.
As pessoas não têm aquela garra
nem por necessidade, falta alguma coisa, talvez nos mesmos pais que os estragamos.
Me interesso por estes temas pois
gosto de dar palestra de motivação como voluntário.
Este livro nos leva a muitas reflexões,
gostaria de parabeniza-lo e dizer que valeu.
Carlindo Gomes da Silva Filho.
Campo Grande –MS.
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