quinta-feira, 15 de setembro de 2016






    DOMINGOS MONTAGNER:  SUCESSO RÁPIDO.


               A algo a se perguntar, na hora que estivermos cara a cara com Deus, para poder nos explicar estas coisas difíceis de entender nesta nossa vida.
Com o incêndio da favela na Favela Alva, cidade de São Paulo , um jovem deficiente auditivo e mudo, cadeirante, de 11 anos, não conseguiu ser salvo pelo tio. Em virtude , na hora do socorro com  tudo queimando, o tio não conseguiu identificar em que cômodo da casa, estava o sobrinho , ele acabou morrendo.        
              Nossos sentimento, por tudo isto e só teremos explicação a tudo isto, na nossa fé em DEUS.
Assim como vários acontecimento que nos marcam , pela tristeza e pela valentia; quando uma mulher foi indagada pelo repórter : e agora o que fazer ?  Ela respondeu: Vamos começar tudo de novo. Isto é o povo brasileiro , lutador e que acredita na superação, enquanto muitos , se apropriam de dinheiro da população..
             Agora algo nos intriga com a morte do ator DOMINGOS MONTAGNER.  O que me chama a atenção que no ápice do sucesso, quando faz 5 anos dele conseguir desapontar e mergulhar em águas mais profundas da vida , vem a óbito.
             O que chama atenção que ele fez sucesso maior, porque nesta nossa significativa ignorância, achamos que o sucesso é a televisão, ele já era um sucesso como pessoa e como artista de circo, mas porque tão pouco tempo de aproveitamento deste sucesso. Temos algumas ou varias pessoas que fizeram sucesso depois dos 40 anos, mas puderam aproveitar mais tempo,no caso do Domingos Montagner, foi tudo muito  rápido.
             Que Deus em sua misericórdia, o acolha em seus abraços, e ampare sua família.

Carlindo.
15/09/2016

sexta-feira, 9 de setembro de 2016

Livro do Sr José Luiz Tejon, é como diz na minha terra "de mamando a caducando" para todas as idades.





             
GUERREIROS NÃO NASCEM PRONTOS
JOSE LUIZ TEJON
09/09/2016.

Estava na livraria para comprar um livro sobre expressão corporal, comprei um livro parecido, na realidade não era o que queria, e na fila do caixa, no meio de tantos livros colocados estrategicamente, observei este livro. Guerreiros não nascem prontos, minha mulher me incentivou a comprar, como já tinha lido algumas coisas do Sr: Tejon comprei.
O que me atraiu no livro foi a forma de ser exposta, a forma de nos deixar claro aquilo que já sabemos e o livro nos leva a refletir e nos retornar ao nosso início da vida e nossos desafios , que os jovens possam beber destes conhecimentos para poder enfrentar e se tonar guerreiros , não precisa ser guerreiros famosos  mas guerreiros de si mesmos , como ser humano , como ser social, como ser criador , que faz parte deste universo e tem que contribuir por uma pequena parcela que for , para esse lindo mundo.
Gostei das colocações religiosas e as reflexões sobre as passagens bíblicas e seu entendimento, sabe que estava com uma série de questionamentos de cobrar das pessoas empenho, participação e observei o que sabia e não tinha parado para pensar, temos que aprender com os entraves da vida. Como várias passagens do livro, a pessoa que mais me ajudou, foi o que não me ajudou na hora que precisava, ele me deu o start de não aceitar aquilo e procurar melhorar e depender do meu potencial, e da família.

Sabe eu teria muito a falar sobre este livro, como nunca dou nota dez, em qualquer avaliação, pois acredito que a perfeição é coisa de Deus. Nos simplesmente estamos a procura dela, mas nas nossas fragilidades demonstradas no livro, fica claro o muito que podemos melhorar, mas dou nota 8. Explico porque, apesar do livro não ser um dicionário para se ter as coisas prontas, acredito que foi comentado de leve a questão de abraçar as oportunidades da vida pela necessidade.
Vou me explicar, na minha época, no início da minha vida produtiva a 40 anos atrás, morava em uma fazenda, estudei até o ensino médio e estava para iniciar uma faculdade em Ribeirão Preto/SP, hoje vejo que seria difícil meus pais me manter fora de casa e pagar faculdade. Neste entrelace conheci o esteio de minha vida, que seria minha mulher. Resolvi casar mesmo contrariando a todos, precisava fazer uma faculdade a qualquer preço, então observei nos cursos da Unesp de Araraquara, qual seria o curso com menor procura para se ingressar através do vestibular, na época não existia Enem. Sempre acreditei em um ditado popular: PE DE POBRE NÃO TEM NUMERO DE CAÇADO QUALQUER UM SERVE. Então consegui entrar em CIENCIAS SOCIAIS, foi uma benção em minha vida, foi fundamental, tive pessoas fundamentais em minha vida, virei suco entrei no Banco Nossa Caixa e aposentei como gerente.
O que quero mostrar que não vejo isto nos jovens de hoje, são muito indecisos, não desmerecendo a nenhuma profissão, mas precisam de coach , para saberem o que querem. Conversando com um funcionário de um banco estatal, a vida dele é trampolim, passou 4 concurso e estava no banco por que tinha acesso a graduação e já estava querendo prestar outro concurso para ministério público.
As pessoas não têm aquela garra nem por necessidade, falta alguma coisa, talvez nos mesmos pais que os estragamos.
Me interesso por estes temas pois gosto de dar palestra de motivação como voluntário.

Este livro nos leva a muitas reflexões, gostaria de parabeniza-lo e dizer que valeu.

Carlindo Gomes da Silva Filho.
Campo Grande –MS.